Como curar uma costela partida ou fraturada


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Acidentes, quedas, osteoporose ou câncer nos ossos são situações que podem provocar uma fratura nas costelas causando uma dor muito desconfortável até mesmo quando tosse!

Se está com dor intensa na região das costelas, e qualquer movimento, ou até mesmo tossir faz doer, saiba que pode ter a sua costela partida ou fraturada!

Saiba que exame pode fazer para saber se tem a costela partida e qual o tratamento para recuperar desta lesão dolorosa!

O que é uma costela partida?

Uma costela partida acontece quando ocorre uma fratura nas costelas e é uma situação que exige alguns cuidados por parte do paciente.

A dimensão e gravidade da lesão é verificada através de Raio-X ao tórax, ressonância magnética, ultrassonografia ou cintilografia óssea.

Quais as causas de uma costela partida?

Tal como qualquer outra fratura, uma queda, uma pancada muito forte ou acidente de automóvel, moto ou outro, são algumas das causas das fraturas nas costelas.

A osteoporose fragiliza os ossos tal como o câncer nos ossos, pelo que são, em muitos pacientes, causadores frequentes de fraturas.

Quais os sintomas de uma costela partida?

Dor intensa e dificuldades em respirar são os sintomas mais proeminentes de uma fratura nas costelas. A dificuldade em respirar é acompanhada de dor. A zona envolvente da fratura pode apresentar hematomas.

Quanto tempo demora a curar uma costela partida?

Uma costela partida cura-se por si só em 1 a 2 meses em repouso, exceto em casos mais graves, em que se verifica uma perfuração do pulmão ou lesões noutros órgãos.

Como curar e como tratar uma costela partida?

Uma vez que esta fratura se cura sozinha, os médicos prescrevem alguns medicamentos no sentido de aliviar a dor ou desconforto sentido.

Analgésicos ou anti-inflamatórios ajudam a atenuar a dor. Consoante a intensidade da dor poderá ser aconselhável a injeção de um medicamentos corticosteróides. Esta medida é comum quando se registam danos na cartilagem. No entanto, esta injeção poderá ter “alguns efeitos secundários”, isto é, desencadear algumas complicações, tais como: sangramento, infeção, imunidade reduzida, nervos danificados, entre outras. Por isso mesmo a indicação de usar injeção nestes casos é dada pelo médico em casos específicos.

Poderá ainda ser administrada uma outra injeção que permite o bloqueio paravertebral torácico e que elimina a dor por um período de 6 horas.

O mecanismo de compressas que se utilizava há um tempo atrás com o objetivo de imobilizar a zona e aliviar a dor revelou-se maléfico, uma vez que aumenta o risco de infeções pulmonares e pneumonias.
Sabe-se que uma costela partida pode originar infeções pulmonares e pneumonias, no entanto, o que se verificou com o sistema de imobilizar a zona foi que o risco aumentava seriamente. A respiração também se tornava limitada com esse mecanismo.

Hoje em dia só se recorre a este mecanismo em casos muito particulares e com vigilância médica.

A melhor estratégia para aliviar a dor de costelas continua a ser o gelo! Aplique gelo durante 20 minutos a cada hora durante os primeiros dias que irá ajudar muito no alívio da dor e no controlo da inflamação. Na aplicação do gelo socorra-se de um pano ou um tecido fino para que o gelo não toque diretamente na pele evitando assim queimaduras.

O descanso é de extrema importância. Repousar e fazer uma pausa de semanas no trabalho, nas tarefas domésticas ou nos hobbies (se se tratar de um esporte) é o melhor conselho.

Dormir com almofadas por baixo das costas e cabeça ajuda a aliviar o desconforto próprio dos primeiros dias. Dormir de lado ou de barriga para baixo não é aconselhado!

Como prevenir uma costela partida?

Pessoas que sofram de osteoporose ou câncer nos ossos sabem que todos os cuidados são poucos. Por vezes, uma tosse mais forte pode ser o suficiente para desencadear uma fratura nas costelas. As tarefas domésticas são outro aspeto que exige muito cuidado já que um esforço que pode ser “normal” e perfeitamente tolerável para alguns pode ser o suficiente para desencadear uma fratura em pessoas que sofram destas doenças. Estas doenças acabam por ser limitadoras efetivamente, no entanto, é mesmo necessário ter cuidados, evitar esforços e seguir à risca as recomendações médicas.